Strada e Onix mantêm liderança no Uruguai em 2025, mas BYD Yuan Pro reduz diferença

Redação GSC
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O mercado automotivo uruguaio fechou 2025 com 71.442 veículos emplacados, volume 8,4% maior que o do ano anterior e novo recorde histórico para o país de 3,4 milhões de habitantes. Desse total, 14.443 unidades foram elétricas a bateria (20,2% do mercado), segmento que avançou 146,7% em um ano.

Marcas mais vendidas

A Fiat liderou o ranking anual com 9.192 veículos, seguida por Chevrolet (7.855) e BYD (7.274). Na sequência aparecem Renault (5.901), Volkswagen (5.885), Suzuki (4.521) e Hyundai (4.201). Ao todo, 59 marcas atuaram no país em 2025.

Carros e SUVs

Entre automóveis de passeio e utilitários esportivos, o Chevrolet Onix/Onix Plus permaneceu no topo com 3.418 unidades, apesar de queda de 31% nas vendas. O elétrico BYD Yuan Pro EV ficou apenas 53 carros atrás, com 3.365 emplacamentos. O Hyundai HB20/HB20S (3.123) completou o pódio, à frente de Renault Kwid (2.239) e BYD Seagull/Seagull Surf (2.061).

Outros destaques aparecem entre os dez primeiros: Fiat Mobi (1.445), Volkswagen Polo/Polo Track (1.374), Chery Tiggo 2 Pro (1.368), Dongfeng Nammi (1.196) e Citroën C3 (1.064).

Picapes e comerciais leves

Em um mercado fortemente ligado ao agronegócio, a Fiat Strada foi mais uma vez o veículo mais vendido do Uruguai, com 5.649 unidades. A Chevrolet Montana ficou em segundo (2.375), seguida pela Renault Oroch (2.058). Volkswagen Saveiro (1.395) e Toyota Hilux (772) completaram os cinco primeiros lugares.

A Fiat Toro, líder do segmento médio no Brasil, encerrou o ano em sétimo lugar, com 615 emplacamentos, atrás de Victory (665). Segundo concessionários locais, a diferença de preços — a Toro mais barata custa o equivalente a R$ 162 mil, contra R$ 142 mil da Montana de entrada — explica o resultado.

Contexto do mercado

A rápida adoção de veículos elétricos é impulsionada por fatores como pistas planas, distâncias curtas (o país mede 571 km de ponta a ponta) e o preço alto da gasolina, que ronda R$ 10,60 o litro. Além disso, a valorização do peso uruguaio diante do dólar, condições de crédito favoráveis e aumento do poder aquisitivo das famílias aceleraram a renovação da frota.

Com informações de Motor1 Brasil

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