Citroën Aircross adota motor 1.3 Firefly na Argentina e aposenta o antigo 1.6

Redação GSC
2 Min Leitura

O Citroën Aircross começou a ser vendido na Argentina com o motor 1.3 Firefly aspirado, o mesmo utilizado por Fiat Argo e Cronos no Brasil. A mudança foi oficializada em 11 de fevereiro e encerra o uso do propulsor 1.6 16V EC5JP4, derivado dos antigos Peugeot 206 e produzido em Porto Real (RJ).

Menos potência, melhor consumo

Com a troca de motorização, o SUV passa a entregar 96 cv e 12,7 kgfm de torque, contra 115 cv e 15,3 kgfm do 1.6 anterior. Em compensação, o consumo declarado melhorou: 12,2 km/l em percurso urbano (antes 10,5 km/l) e 18,2 km/l em uso rodoviário (antes 17,8 km/l).

Versão de entrada mantém câmbio manual

Na gama argentina, o motor 1.3 equipa a configuração Feel Pack, única com transmissão manual de cinco marchas. O pacote mantém rodas de aço aro 16 com calotas, pneus 205/65, ar-condicionado de comando manual, quatro airbags e central multimídia de 10 polegadas.

Contexto do mercado argentino

Diferentemente do Brasil, a Argentina não oferece incentivos fiscais para motores 1.0. Por isso, diversos modelos ainda utilizam propulsores maiores e mais antigos, como o Volkswagen Tera, que segue com o 1.6 MSI de 110 cv e 15,7 kgfm.

Possível chegada do 1.3 ao Brasil

No mercado brasileiro, o Aircross é vendido somente com o 1.0 T200 turbo, mas unidades em teste já foram flagradas sem intercooler, indício do 1.3 Firefly flex. Nos Fiat Argo e Cronos, esse motor alcança 107 cv e 13,7 kgfm com etanol. Ainda não há confirmação sobre câmbio ou data de lançamento, cogitada para a linha 2027.

Com informações de Motor1

Compartilhe esta notícia